Não vemos formas, vemos cores. Quando estamos na escuridão do dormir, o nosso espirito viaja para locais esquecidos temporariamente por nós, pelos menos nós “normais”. E quando ele retorna e entra no túnel da escuridão das lembranças tudo escurece e se tem que dar a cor a ele, tem se que a-cor-dar. Ao receber as cores que o sol nos oferece vamos distinguindo as formas e lemos o mundo delas. Mas na realidade não estamos vemos as formas e sim as cores. Se colocar mos uma estrela amarela numa parede  exatamente da mesma cor da estrela e não tiver nenhuma sobra, não veremos a estrela, concorda? Porque nao vemos formas e sim cores. Lá nos livros de Física aprendemos com o senhor Isaac Newton que a cor que vemos em um objeto seria qualquer cor, menos a que ele se apresenta, pois este objeto absorve todas as cores que ele tem, menos a que ele nao tem e essa cor é refletida, é proibida de ser absorvida pelo objeto e a reflete, nos iludindo. 
          Chegamos a conclusão que: Se nao vemos formas, vemos cores, e a cor que estamos vendo é uma ilusão, pode ser qualquer uma menos ela. O que resta?  Sentimento. E é através da arte do sentir que se compreende as coisas do mundo.
           Assim também podemos entender nós mesmos, observando os outros, e nao há outra forma de nos conhecermos. As pessoas muitas vezes fica da mesma cor do obvio e nao a vemos. Quando ela se mostra, muitas vezes se mostra de uma personalidade refletida, ela é quase tudo menos a que esta se apresentando. E aí para podermos ama la , temos que senti la no nosso coração que é a (Ação da Cor), invertendo; (Cor + Ação).